Quando vale a pena comprar em quantidade
Comprar mais para pagar menos parece sempre bom negócio, mas só funciona quando quatro coisas são verdade ao mesmo tempo.
Os quatro critérios
- O preço por medida é de fato menor. Nem toda embalagem grande ou “atacado” é mais barata por quilo/litro — faça a conta (veja Preço por quilo, litro ou unidade).
- Você já usa aquilo com regularidade. Estoque de arroz, feijão, café, papel higiênico, sabão: sim. Estoque de um molho exótico que você comprou uma vez: provavelmente vira lixo.
- Dura até você consumir. Confira a validade e o seu ritmo de uso. 5 kg de farinha que vencem em 3 meses e você gasta 500 g por mês não é economia.
- Você tem onde guardar. Armário, despensa, freezer. Item empilhado no chão da cozinha estraga, atrai bicho e some do radar.
O erro clássico
“Estava em promoção, então levei bastante.” Se o produto não estava na sua lista, a promoção não te fez economizar — te fez gastar. O dinheiro que ficou parado em três litros de amaciante é dinheiro que não está disponível para o resto da compra.
Perecíveis
Para hortifrúti, pães e laticínios, a lógica se inverte: comprar demais quase sempre gera desperdício. Compre para poucos dias e volte quando precisar — a economia de jogar menos comida fora costuma superar qualquer desconto por volume.
No Prezzom
O histórico de preços ajuda a responder a pergunta que a etiqueta não responde: esse “preço promocional” está mesmo abaixo do que o produto costuma custar? Ao registrar preços ao longo do tempo — os seus e os de outros consumidores que escolheram compartilhar — o Prezzom mostra a faixa habitual de cada item e avisa quando um valor foge muito dela, para os dois lados.
Prezzom é um assistente pessoal de compras: organize listas, registre preços a partir da nota fiscal e entenda seus gastos. Abra no navegador.